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Os três alimentos que você não deve consumir para cuidar da memória; estudo da Harvard tem a resposta

Hoje em dia há muitas pessoas que priorizam uma alimentação saudável e equilibrada, por isso analisam cuidadosamente os nutrientes e vitaminas que cada produto contém para decidir se vale ou não a pena adicioná-lo à dieta alimentar.

Da mesma forma, é necessário verificar os efeitos negativos que determinados alimentos provocam no organismo. Com isso, fica muito mais fácil construir um plano alimentar que não só tenha um alto aporte nutricional, mas também cuide do corpo.

Nesse sentido, a Universidade de Harvard selecionou quatro alimentos principais que devem ser evitados ou consumidos muito ocasionalmente, pois não contribuiriam para o bem-estar do cérebro e de funções cognitivas como a memória.

A primeira restrição são os produtos ultraprocessados, que contêm muitas calorias e poucos nutrientes essenciais. Esses componentes podem contribuir para o ganho de peso ou dependência alimentar e estão ligados a algumas condições, como diabetes tipo 2, doenças cardíacas, problemas de digestão e sistema imunológico.

Geralmente este tipo de alimento passa por processos químicos muito intensos que eliminam completamente os antioxidantes e estão repletos de compostos tóxicos que eliminam outros componentes mais naturais, como a vitamina E.

Como segunda restrição estão os açúcares excessivamente adicionados ou refinados, devido aos grandes picos de glicose que provocam no organismo. Isso pode sobrecarregar o fígado, levar ao acúmulo de gordura e o consumo excessivo pode causar doenças crônicas, como problemas cardiovasculares.

A última recomendação que Harvard faz é com adoçantes artificiais, pois podem modificar a flora intestinal do corpo e trazer falsos estimulantes ao cérebro, o que aumenta o desejo por alimentos açucarados e o consumo excessivo destes está intimamente relacionado a diversos problemas de saúde.

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Como ficar mais inteligente com 9 hábitos simples

O potencial para aumentar a inteligência persiste ao longo da vida, graças à capacidade do cérebro de se adaptar e mudar, conhecida como plasticidade cerebral. Embora, de acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental, a maturação do cérebro possa se estabilizar no início da idade adulta, por volta dos 25 a 30 anos, nossa mente ainda mantém a flexibilidade de ser moldada por nossos hábitos e estilo de vida.

Como explicam especialistas como o neurocientista Michael Merzenich (um dos criadores do BrainHQ) e o psiquiatra Norman Doidge, a plasticidade cerebral é a capacidade do cérebro de reorganizar, recuperar e formar novas conexões neurais. Embora seja mais pronunciado na infância e adolescência, persiste ao longo da vida. Esse fenômeno permite que o cérebro se adapte a novas situações, aprenda novos conhecimentos e se recupere de lesões.

Com mais de 100 bilhões de neurônios nascendo, fortalecendo e morrendo continuamente, o cérebro pode gerar novas conexões neurais por meio de hábitos apropriados e exercícios mentais. Essa capacidade de remodelação cerebral nos permite manter e melhorar nossa inteligência ao longo de nossas vidas adultas.

De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade de Harvard, detalhada pelos professores Peter C. Brown, Henry L. Roediger III e Mark A. McDaniel em seu trabalho ‘A ciência da aprendizagem bem-sucedida’, são identificados uma série de hábitos que podem ser adotados para aumentar a inteligência:

Nove dicas de Harvard que nos ajudam a ficar mais inteligentes
  1. Aprenda coisas novas

    Ao adquirir novos conhecimentos, criamos conexões neurais que fortalecem nossa inteligência. Seja aprendendo uma receita culinária, montando um móvel ou dominando um idioma, o fundamental é estimular a mente para a exploração de novos conhecimentos.

  2. Repita em voz alta

    Para memorizar informações de forma eficaz, é aconselhável repeti-las em voz alta várias vezes. Essa abordagem ativa sua mente e facilita o processo de lembrança.Como Usar a Leitura Para Melhorar a Fala | Y'all Idiomas

  3. Faça coisas com a mão menos usada

    Sim, pode ser desafiador, mas essas atividades podem ser benéficas para fortalecer suas conexões neurais. Tente escovar os dentes com a mão não dominante ou pentear o cabelo de maneira diferente do habitual.
    14 Dicas De Como Escrever Melhor em 30 Dias (Ou Menos)

  4. Eleve seu nível de atividade cerebral

    Para aumentar a atividade cerebral, é importante manter ativos os sentidos, como olfato, visão, tato e paladar, estimulando assim as áreas do cérebro associadas a essas percepções.1. (semana 1) – OS NOSSOS 5 SENTIDOS

  5. Construa explicações e entendimentos

    Quando você se encontrar em dúvida ou surpreso com algo, procure maneiras de explicar para si mesmo. Você pode recorrer a livros, filmes ou pesquisas para ajudá-lo a entender o mundo ao seu redor.
    Assistindo filme de TV na televisão - Stockphoto #29423754 | Banco de Imagens Panthermedia

  6. Cultive o pensamento crítico e a reflexão

    O pensamento crítico é essencial para aumentar a inteligência. Não consiste em aceitar cegamente o que se vê ou ouve, mas em cultivar os próprios critérios. Reservar um tempo para refletir antes de agir e manter-se informado são etapas essenciais para desenvolver essa habilidade.
    Como aprender a pensar em inglês? - Wizard Idiomas

  7. Seja intelectualmente cuidadoso

    Devemos observar cuidadosamente nossas leituras e escolhas visuais. Em um mundo saturado de informações, é crucial ser seletivo, pois tudo o que você consome deixa uma marca em sua mente.

  8. Seja metacognitivo

    Ser metacognitivo implica ter consciência e controle sobre o próprio pensamento e processo de aprendizagem. Ou seja, refletir sobre como se aprende, monitorar o progresso, identificar estratégias eficazes e ajustá-las conforme necessário para melhorar o desempenho cognitivo e a resolução de problemas.
    Habilidades metacognitivas: herramientas fundamentales en el aprendizaje universitario | Hoy en el TEC

  9. Seja criativo e aventureiro

    Devemos aproveitar todas as oportunidades para embarcar em uma nova aventura. Estimular a percepção, os pensamentos e a criatividade é essencial para manter uma mente ativa e vibrante.
    5 dicas para ser mais criativo - SUPERA - Ginástica para o Cérebro

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Por que o envelhecimento do cérebro varia de pessoa para pessoa?

Pesquisadores estão descobrindo insights mais profundos sobre como o cérebro humano envelhece e quais fatores podem estar ligados a um envelhecimento cognitivo mais saudável, incluindo exercícios físicos, evitar o tabaco, falar uma segunda língua ou até mesmo tocar um instrumento musical.

Alguns aspectos das habilidades cognitivas na idade avançada podem estar relacionados aos resultados dos testes por volta dos 11 anos de idade, de acordo com um artigo de revisão publicado nesta quinta-feira (7) na revista Genomic Psychiatry da Genomic Press New York.

O artigo, baseado em dados dos estudos do Lothian Birth Cohorts na Escócia, sugere que cerca de metade das variabilidades na cognição das pessoas em idades mais avançadas — por que algumas pessoas podem ter declínio cognitivo maior do que outras? — podem já estar presentes em suas infâncias.

No entanto, alguns fatores de estilo de vida adulto ainda parecem estar ligados a um melhor desempenho cognitivo e a um envelhecimento mais lento do cérebro.

“Descobrimos que coisas como manter-se fisicamente e mentalmente ativo e engajado, ter poucos fatores de risco ‘vasculares’ (como pressão alta, colesterol, tabagismo, IMC), falar uma segunda língua, tocar instrumentos musicais e ter um cérebro mais jovem e muitos outros mostram associações detectáveis, mas pequenas”, disse Simon Cox, autor do novo artigo e diretor dos estudos do Lothian Birth Cohort da Universidade de Edimburgo.

“Chegamos à ideia de que ‘Marginal Gains, Not Magic Bullet’ [do inglês, ganhos marginais, sem bala de prata] é uma boa maneira de pensar em uma receita para um melhor envelhecimento cognitivo: em vez de descobrir que uma única coisa tem um risco enorme, vemos muitos e muitos (muitas vezes parcialmente sobrepostos) fatores que provavelmente contribuem um pouco para seu risco de envelhecimento cognitivo”, disse Cox.

Ele acrescentou que esses aspectos de estilo de vida — quando considerados todos juntos — podem somar cerca de 20% das diferenças observadas nos declínios cognitivos entre as idades de 70 a 82 anos.

Os estudos do Lothian Birth Cohorts envolvem dados de dois estudos de idosos: um grupo de adultos escoceses nascidos em 1921 e outro grupo nascido em 1936. Todos fizeram um teste cognitivo validado aos 11 anos e foram então testados em seus 70, 80 e 90 anos para funções cognitivas e condicionamento físico, entre outros fatores.

“Foi uma visão geral narrativa realmente prática sobre os ‘pormenores’ do porquê esse tipo de pesquisa é tão difícil e várias melhores práticas para reter o máximo de valor possível quando você inicia um estudo de longo prazo como este”, disse Isaacson, diretor de pesquisa do Instituto de Doenças Neurodegenerativas da Flórida, que não participou do artigo.

Existe um corpo robusto de pesquisa sobre diferenças-chave no estilo de vida que podem contribuir para diferenças em um cérebro envelhecido. Por exemplo, o sono ruim é um fator de risco chave para o declínio cognitivo, e problemas de saúde mental, como a depressão, são fatores de risco conhecidos para o desenvolvimento da demência.

Fazer exercícios regulares, como caminhar ou andar de bicicleta apenas três vezes por semana, pode melhorar as habilidades de pensamento, de acordo com um estudo de 2018. Adicionar uma dieta saudável ao coração à sua rotina também pode ajudar a retardar o envelhecimento cerebral e reduzir o risco de demência. E um estudo de 2020 sugere que a meditação diária pode retardar o envelhecimento cerebral.

Os especialistas desenvolveram uma ferramenta chamada Brain Care Score e um estudo publicado no ano passado mostrou que ela pode ajudar a avaliar o risco de uma pessoa desenvolver demência ou ter um derrame à medida que envelhece.

A pontuação de 21 pontos refere-se ao desempenho de uma pessoa em 12 fatores relacionados à saúde, relacionados a componentes físicos, de estilo de vida e socioemocionais da saúde, segundo o estudo, publicado na revista Frontiers in Neurology. Os pesquisadores descobriram que os participantes com uma pontuação mais alta tinham um risco menor de demência ou derrame mais tarde na vida.

Esses 12 fatores são:

  1. pressão arterial;
  2. açúcar no sangue;
  3. colesterol;
  4. índice de massa corporal;
  5. nutrição;
  6. consumo de álcool;
  7. tabagismo;
  8. atividades aeróbicas;
  9. sono;
  10. estresse;
  11. relacionamentos sociais;
  12. encontrar significado ou propósito na vida.

Para qualquer pessoa que deseja melhorar a saúde de seu cérebro envelhecido, “ver seu médico pelo menos uma vez por ano ou duas vezes por ano” para conversar sobre sua saúde física geral, saúde vascular e doenças crônicas é importante, disse Isaacson.

“Essas coisas podem não causar exatamente Alzheimer, mas podem acelerar o envelhecimento cognitivo e acelerar o declínio cognitivo. Então, consulte seu médico de família e verifique sua pressão arterial — todos precisam conhecer seus números. Qual é a sua pressão arterial? Qual é o seu açúcar no sangue em jejum? Quais são seus números de colesterol?”, disse ele.

“Outra coisa importante é acompanhar a saúde dos ossos. Acho que muitas pessoas não sabem que a saúde óssea, a força muscular e a força de preensão são coisas absolutamente imprescindíveis e predizem os resultados da saúde cerebral ao longo do tempo.”

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Você sabia que há três idades com pico de envelhecimento no cérebro? Descubra quais são

De acordo com um estudo publicado na revista Nature Aging, biomarcadores presentes no sangue podem monitorar o envelhecimento cerebral e revelar novas possibilidades de tratamento para doenças relacionadas à idade, como a demência.

Pesquisadores identificaram 13 proteínas no sangue que podem prever a velocidade com que o cérebro de uma pessoa envelhece em comparação ao resto do corpo. O estudo utilizou um modelo de aprendizado de máquina para estimar a “idade cerebral” a partir de exames de imagem realizados em mais de 10 mil indivíduos. Entre os dados analisados, oito proteínas foram associadas ao envelhecimento cerebral acelerado, enquanto cinco estavam relacionadas a um envelhecimento mais lento.

Outro achado importante foi a identificação de mudanças nos níveis de proteínas do sangue em três idades específicas: 57, 70 e 78 anos. Cada fase corresponde a um período distinto de envelhecimento cerebral. Aos 57 anos, as alterações envolviam proteínas relacionadas ao metabolismo, cicatrização e saúde mental.

Aos 70 anos, as mudanças estavam associadas à função das células cerebrais, com forte ligação a condições relacionadas à idade, como demência e AVC. Já aos 78 anos, os pesquisadores observaram mudanças em proteínas associadas à imunidade e inflamação. “Esses picos têm diferentes implicações e podem ser utilizados para diagnóstico precoce e intervenções em distúrbios cerebrais”, destaca Wei-Shi Liu, neurologista da Universidade de Fudan, na China, e coautor do estudo.

Liu explica: “Estudos anteriores focaram principalmente na associação entre proteínas e a idade cronológica, ou seja, a idade real do indivíduo. No entanto, examinar biomarcadores relacionados à idade cerebral pode ajudar a identificar moléculas para tratamentos futuros”.

Utilizando dados de imagem cerebral de 10.949 pessoas, os cientistas criaram um modelo baseado em características como volume cerebral, área superficial e distribuição da substância branca.

Para identificar proteínas associadas a uma grande diferença entre idade cerebral e cronológica, analisaram 2.922 proteínas em amostras de sangue de 4.696 participantes, sendo mais da metade mulheres. Os pesquisadores encontraram 13 proteínas ligadas a essas diferenças, algumas associadas à cognição, saúde mental e movimentos.

Uma proteína de destaque foi a brevican (BCAN), envolvida na formação e manutenção das redes moleculares ao redor das células, bem como em processos de aprendizado e memória. Níveis elevados de BCAN foram associados a um envelhecimento cerebral mais lento. Além disso, pessoas com doença de Alzheimer apresentam menos BCAN em células cerebrais do que indivíduos saudáveis.

Desafios e próximos passos

Embora os resultados sejam promissores, Anja Schneider, neurocientista do Centro Alemão para Doenças Neurodegenerativas, aponta que mais estudos são necessários para confirmar quais proteínas podem ser usadas como biomarcadores confiáveis do envelhecimento cerebral.

Mark Mattson, neurocientista da Universidade Johns Hopkins, ressalta outra questão fundamental: “De onde vêm essas proteínas?”. Ele explica que os níveis medidos no sangue podem não refletir com precisão os níveis cerebrais. Estudos futuros em modelos animais serão essenciais para explorar como as alterações nas proteínas identificadas afetam o envelhecimento cerebral.

Além disso, a maioria dos participantes do estudo era de ascendência europeia. Segundo Liu, pesquisas adicionais devem investigar se os achados se aplicam a outras populações.

O estudo abre caminhos importantes para compreender o envelhecimento cerebral e buscar estratégias mais eficazes para tratar doenças neurodegenerativas. Entretanto, ainda há um longo caminho a percorrer até que essas descobertas possam ser aplicadas na prática clínica.

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Benefícios do exercício físico podem ser sentidos pelo cérebro até 24 horas depois de realizados, diz novo estudo; entenda


É normal e natural sentir dores musculares depois de realizar exercícios físicos após um tempo sem fazer, ou depois de fazer um treino novo. Mas pesquisadores da University College London (UCL) descobriram que, além dos músculos, o cérebro também “sente” efeitos positivos um dia depois dos treinos.

Segundo os pesquisadores, aqueles que fizeram atividade física moderada a vigorosa em um determinado dia tiveram melhor desempenho em testes de memória no dia seguinte do que aqueles que fizeram exercícios mais leves.

Isso ocorre porque, a curto prazo, o exercício aumenta o fluxo sanguíneo para o cérebro e estimula a liberação de neurotransmissores como norepinefrina e dopamina, que auxiliam em diversas funções cognitivas. Acredita-se que essas alterações neuroquímicas duram até algumas horas após o exercício.

No entanto, outros estudos mostram que o benefício associado ao exercício poderia ser mais duradouro, podendo melhorar o humor de uma pessoa, por exemplo, por até 24 horas.

De acordo com os cientistas, atividade moderada ou vigorosa pode significar qualquer movimento que aumente a frequência cardíaca, como por exemplo: uma caminhada rápida, dança ou subir alguns lances de escada.

“Nossas descobertas sugerem que os benefícios da atividade física para a memória de curto prazo podem durar mais do que se pensava, possivelmente até o dia seguinte, em vez de apenas algumas horas após o exercício”, disse Mikaela Bloomberg, da University College London.

Benefícios no sono
Os participantes, com idades entre 50 e 83 anos, usaram rastreadores de atividade por oito dias e fizeram testes cognitivos todos os dias. Os cientistas analisaram quanto tempo eles passaram sedentários, praticando atividades físicas leves e praticando atividades físicas moderadas ou vigorosas. Eles também quantificaram a duração do sono e o tempo gasto em sono mais leve (movimento rápido dos olhos, ou REM) e em sono mais profundo, de ondas lentas.

Os benefícios também foram sentidos por pessoas que passaram menos tempo sentadas e dormiram seis horas ou mais.

Dormir por longos períodos foi associado à melhora da memória episódica e de trabalho e da velocidade psicomotora, uma medida da rapidez com que uma pessoa detecta e responde ao ambiente.

Por outro lado, passar mais tempo sedentário do que o normal foi associado a uma pior memória de trabalho no dia seguinte.

“Este foi um estudo pequeno e, portanto, precisa ser replicado com uma amostra maior de participantes antes que possamos ter certeza sobre os resultados”, afirma Bloomberg.

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O que é ‘doomscrolling’? Como excesso de notícias negativas pode causar danos no cérebro

Você já começou o dia pegando o celular e passando minutos ou até horas olhando manchetes de notícias negativas e preocupantes? Se sim, você pode estar praticando o “doomscrolling”, um comportamento que se tornou comum e que consiste em consumir incessantemente notícias negativas.

Com guerras em andamento, tragédias climáticas e um ambiente político cada vez mais polarizado, é comum que uma avalanche de informações negativas nos bombardeie diariamente. O problema é que para muitos, isso resulta em um ciclo compulsivo de leitura de más notícias

O que é doomscrolling?

O termo que combina as palavras “doom” (desgraça) e “scrolling” (rolar a tela) ganhou popularidade durante a pandemia de Covid-19, quando as pessoas passaram a acompanhar obsessivamente o número de casos e mortes.

Em 2020, ele foi reconhecido pelo Dicionário Oxford como uma das palavras do ano. Segundo especialistas de Harvard, o doomscrolling é hoje uma ameaça significativa para a saúde mental e física.

“O acesso facilitado e os algoritmos das plataformas digitais contribuem para isso, pois priorizam conteúdos sensacionalistas, que prendem a atenção e geram engajamento”, explica a psiquiatra Cintia Braga em entrevista ao Terra Você.

A médica conta que além disso, o viés de negatividade, uma característica natural do cérebro humano, faz com que prestemos mais atenção a informações preocupantes. “Evolutivamente, isso foi essencial para a sobrevivência, pois detectar ameaças aumentava as chances de evitar perigos”, afirma.

Como o cérebro reage ao consumo excessivo de más notícias?

Braga diz que o doomscrolling afeta diretamente o sistema límbico, a região do cérebro que regula emoções e respostas de sobrevivência. A amígdala, responsável por processar o medo e identificar ameaças, pode ficar hiperativa, gerando um estado de alerta constante. Já o córtex pré-frontal, que controla nossas emoções e decisões, pode ter sua capacidade de regular a ansiedade comprometida.

“Essa sobrecarga também libera altos níveis de cortisol, o hormônio do estresse, o que impacta negativamente o hipocampo, área responsável pela memória e aprendizado”, explica Cintia.

O resultado pode incluir sintomas como ansiedade crônica, insônia, irritabilidade e até problemas físicos, como dores de cabeça e tensão muscular.

Como identificar que o doomscrolling está prejudicando sua saúde?

Os sinais de que o hábito está afetando negativamente sua saúde mental incluem:

  1. Aumento da ansiedade ou sensação de angústia após consumir notícias.
  2. Insônia ou dificuldade para adormecer, especialmente se o consumo ocorre antes de dormir.
  3. Irritabilidade, cansaço mental e sensação de estar sobrecarregado.
  4. Dificuldade de concentração e memória prejudicada.
  5. Negligência com atividades importantes do dia a dia devido ao tempo excessivo gasto em redes sociais ou sites de notícias.
Estratégias para quebrar o ciclo

Superar o hábito exige uma abordagem consciente e disciplinada. Confira algumas dicas da psiquiatra:

  • Estabeleça limites de tempo: Use aplicativos para monitorar e restringir o tempo gasto em redes sociais ou sites de notícias.
  • Consuma notícias de forma programada: Defina horários específicos para se informar e evite acessar notícias antes de dormir.
  • Desative notificações: Reduza distrações desnecessárias e impeça que conteúdos negativos interrompam sua rotina.
  • Pratique atividades relaxantes: Inclua meditação, mindfulness ou exercícios físicos no seu dia a dia para aliviar o estresse.
  • Desconecte-se intencionalmente: Reserve momentos para hobbies, leitura ou interações sociais presenciais.
  • Busque ajuda profissional: Se o doomscrolling estiver afetando significativamente sua qualidade de vida, um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a desenvolver estratégias mais personalizadas.

Adotar uma relação mais saudável com o consumo de informações não significa ignorar o mundo ao seu redor, mas sim proteger sua saúde mental enquanto se mantém informado.

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Médicos mostram como o álcool afeta o cérebro

Depois de uma noite bebendo álcool é natural acordar no dia seguinte com alguns sintomas da famosa ressaca. Dores de cabeça, fadiga, enjoo, vômitos e até um pouco desanimado, como se não tivesse ânimo para sair da cama. O que levanta o questionamento: valeu a pena beber tanto na noite anterior?

Segundo a médica Hana Patel, em entrevista ao Daily Mail, há uma forte ligação entre o consumo excessivo de álcool (mais de 14 unidades por semana) e a depressão. O que poderia explicar esse sentimento de desânimo no dia seguinte.

“As ressacas muitas vezes fazem você se sentir ansioso e deprimido por horas e até dias. Se você já se sente ansioso ou triste, beber pode piorar isso, então diminuir o consumo pode deixá-lo com um humor melhor em geral. A razão pela qual o álcool pode nos deixar assim é porque ele é um depressor. Isso significa que causa alterações químicas no cérebro que podem fazer você se sentir mais calmo e relaxado no início”, explica.

Especialistas dizem que, embora isso não signifique que a pessoa seja alcoólatra, mas se sentir ansioso com uma boa frequência, pode ser sinal para reduzir ou parar o consumo de álcool.

Como o álcool funciona no cérebro? O álcool afeta a via do ácido gama-aminobutírico (GABA) no cérebro. Quando você ingere álcool, ele estimula esse receptor e ativa o “sistema inibitório”, fazendo você se sentir desinibido e relaxado. No entanto, na manhã seguinte, quando metaboliza o álcool, o cérebro continua a produzir GABA, bem como o neutrotransmissor glutamato — fazendo com que se sinta ainda mais ansioso.

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Por que a pessoa que reclama danifica os próprios neurônios; estudo explica

Aparecem naturalmente quando o trânsito está parado, quando o motorista do carro da frente não liga o pisca-alerta, se você se incomoda com o comportamento ou as falas de outra pessoa, se ouve a fala de um político com quem não concorda e em muitas outras situações do dia a dia.

As reclamações fazem parte do vocabulário cotidiano, se infiltram nas conversas e podem ser motivadas tanto pela insatisfação das pessoas quanto pelo ambiente. Mesmo em várias ocasiões, é muito provável que comecem a ser emitidos inconscientemente porque – como já mencionado – são incorporados ao modo de falar.

“Reclamar faz mal ao cérebro”, essa frase considerada comum à primeira vista, poderia ser descrita como correta, pois, afinal, reclamar implica expressar fatos e palavras negativas. No entanto, poucos sabem que reclamar constantemente ou ser exposto a reclamações de outras pessoas deteriora o funcionamento do cérebro. Isso é destacado por um antigo estudo da Universidade de Stanford, que também revelou que a exposição a apenas 30 minutos de reclamações todos os dias pode danificar fisicamente o cérebro ao danificar os neurônios do hipocampo – a parte do cérebro responsável por resolver problemas e funcionamento cognitivo.

Somado a essa descoberta, Travis Bradberry, autor do livro Como Reclamar Reprograma Seu Cérebro para a Negatividade, escreve em seu trabalho que a reclamação constante faz com que o cérebro se configure, ou se acostume, para que reclamações futuras apareçam mais rapidamente. Dessa forma, o cérebro entende que é mais fácil ser negativo do que positivo, independentemente do que esteja acontecendo no ambiente.

— Reclamar se torna seu comportamento padrão, o que muda a maneira como as pessoas o percebem —, escreve Bradberry.

Reclamar pode ser tentador porque você se sente um pouco leve depois de fazê-lo, mas como muitas outras coisas que parecem prazerosas à primeira vista – como fumar ou comer fast food – elas têm efeitos nocivos a longo prazo sobre sua saúde.

Os pesquisadores de Stanford usaram imagens de ressonância magnética de alta resolução que lhes permitiu detectar “ligações entre experiências de vida estressantes e exposição prolongada a hormônios do estresse e, consequentemente, encolhimento do hipocampo”, escreveram os autores.

— Quando estamos estressados ​​ou frustrados, seja por algo que está acontecendo em nosso meio ou por ter uma conversa complicada, o corpo interpreta que está em perigo e começa a liberar substâncias que visam ajudar a superar aquela situação de emergência. Clinicamente, quando isso acontece, diz-se que o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal é ativado e o cortisol é liberado — explica a neurologista Lucia Zavala.

Somado a isso, a profissional destaca que, quando esses processos são acionados e para responder ao estado de alerta, o cérebro começa a substituir os neurônios, remodelando os dendritos – partes dos neurônios cuja função é receber o impulso nervoso e transmiti-lo ao corpo de neurônio – e, como resultado, faz com que o sistema nervoso mude para formar conexões nervosas em resposta a novas informações – um fenômeno conhecido como neuroplasticidade.

De qualquer forma, nos casos em que alguém está cronicamente sob muito estresse/negatividade, podem ser desencadeados desequilíbrios nos circuitos neurais, alerta Zavala.

— Várias funções são afetadas: capacidade de decisão, facilidade para descansar, comer sem pensar, fumar ou consumir álcool em excesso, entre outras — revela.

O dano pode ser revertido? O nosso cérebro e o nosso corpo têm tendência a adaptar-se ao estilo de vida que cada um tem, ou seja, se não levarmos uma vida neuro-saudável, o cérebro não terá a mesma neuroplasticidade ou capacidade de adaptação.

— O estilo de vida e o ambiente em que vivemos nos afetam e esses efeitos não são totalmente ‘reversíveis’, pois podem causar alterações na atividade genética — disse a especialista.

No entanto, nem tudo são más notícias, uma pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia descobriu que as pessoas que se esforçaram diariamente para cultivar pensamentos de gratidão tiveram melhora no humor e energia e substancialmente menos ansiedade porque tinham os níveis mais baixos de cortisol. Isso seria algo como detectar quando está tendo pensamentos negativos ou pessimistas e modificá-los pensando em algo positivo. Seguindo os princípios da neuroplasticidade, para uma pessoa neuro-saudável essa atitude positiva pode lentamente se tornar um estilo de vida.

“Somos quem nos rodeia”

Trevor Blake, empresário e autor de Three Simple Steps: A Map to Success in Business and Life (Três Passos Simples: Um Mapa Para o Sucesso nos Negócios e na Vida) descreve em seu livro como os neurocientistas aprenderam a controlar a atividade cerebral quando confrontados com vários estímulos, incluindo uma longa sessão de reclamação.

— O cérebro funciona como um músculo que precisa ser treinado, portanto, se você ficar preso em uma conversa por muito tempo ouvindo alguém ser negativo, é mais provável que comece a se comportar dessa maneira também — explica Blake em seu trabalho.

Para afastar a negatividade e evitar ser infectado por reclamações, Blake recomenda o seguinte:

1. Se distancie

— Meu pai era um fumante inveterado. Tentei mudar o hábito dele, mas não foi fácil — revelou. Blake sabia que a fumaça do cigarro também poderia danificar seus pulmões, então ele refletiu que seu único recurso era se distanciar.

— Deve-se ver as reclamações da mesma forma. Por exemplo, quando ouço ou reclamo, penso que é o mesmo que fumar passivo. Se você se afastar do reclamão e desses hábitos, seu cérebro vai agradecer — afirma.

2. Peça ao “reclamão” para resolver o problema

Às vezes a distância não é tão fácil, principalmente se o vínculo que você tem com essa pessoa é muito próximo. Por isso, outra estratégia de enfrentamento que Blake propõe é pedir à pessoa que reclama que tente resolver o problema.

— Normalmente, respondo a uma reclamação externa com ‘o que você vai fazer a respeito?’ e, em resposta, alguns reclamam e vão embora com raiva porque não lhes dei o que queriam; mas outros usam isso como um chute e realmente tentam resolver o problema — diz o autor.

3. Escudos para cima!

Outra opção para lidar com as reclamações é usar técnicas mentais para bloqueá-las e salvar seus neurônios. Blake ilustra essa recomendação com um exercício mental realizado pelo ex-golfista espanhol Seve Ballesteros durante uma competição contra Jack Nicklaus, partida em que a torcida queria que o espanhol perdesse.

— Ele estava tendo dificuldade em lidar com a hostilidade da multidão, então imaginou um sino de vidro que ninguém poderia ver descendo do céu para protegê-lo. Você também pode tentar se retirar mentalmente para um lugar imaginário que traga paz ou prazer. Enquanto as pessoas reclamavam e deliravam, eu me imaginava caminhando nas areias brancas de uma ilha particular. Ao mesmo tempo em que faziam suas reclamações, eu sorria para eles e acenava com a cabeça, mas por dentro estava passeando na minha praia paradisíaca — relata Blake.

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Dormir mal aos 40 anos está ligado ao envelhecimento do cérebro, diz estudo


Pessoas na meia-idade (faixa etária entre 40 e 60 anos) que têm um sono ruim podem apresentar sinais de envelhecimento cerebral, de acordo com um estudo publicado na revista médica Neurology, da Academia Americana de Neurologia.

O estudo não prova que a má qualidade do sono pode acelerar o envelhecimento do cérebro, mas mostra uma associação entre sono ruim, incluindo dificuldade para dormir ou despertares frequentes, e sinais de envelhecimento cerebral.

“Problemas de sono foram associados em pesquisas anteriores a habilidades de pensamento e memória ruins mais tarde na vida, colocando as pessoas em maior risco de demência”, diz o autor do estudo Clémence Cavaillès, da University of California San Francisco, nos Estados Unidos, em comunicado à imprensa. “Nosso estudo, que usou exames cerebrais para determinar a idade cerebral dos participantes, sugere que o sono ruim está associado a quase três anos de envelhecimento cerebral adicional já na meia-idade.”

Para chegar às conclusões, o estudo incluiu 589 pessoas que tinham idade média de 40 anos no início da pesquisa. Os participantes preencheram questionários de sono tanto no início do estudo e após cinco anos. Além disso, eles foram submetidos a exames cerebrais 15 anos após o início do trabalho.

A partir das respostas dos participantes, os pesquisadores enumeraram a quantidade de características associadas ao sono ruim, como:

• curta duração do sono;
• má qualidade do sono;
• dificuldade para dormir;
• dificuldade para permanecer dormindo;
• despertar cedo pela manhã;
• sonolência diurna.

Em seguida, eles dividiram os participantes em três grupos. O primeiro, chamado “grupo baixo”, não tinha mais do que uma característica de sono ruim. O segundo, chamado “grupo médio”, apresentava de duas a três características. Por fim, o “grupo alto” apresentava mais de três características.

No início do estudo, cerca de 70% estavam no grupo baixo, 22% estavam no meio e 8% estavam no grupo alto.

Por fim, os pesquisadores analisaram os exames cerebrais de participantes e usaram aprendizado de máquina (um tipo de inteligência artificial) para determinar a idade cerebral de cada um deles.

Após ajustar fatores como idade, sexo, pressão alta e diabetes, os pesquisadores descobriram que as pessoas no “grupo médio” tinham uma idade cerebral média 1,6 anos maior do que aquelas no “grupo baixo”, enquanto aquelas no “grupo alto” tinham uma idade cerebral média 2,6 anos maior.

“Nossas descobertas destacam a importância de abordar os problemas de sono mais cedo na vida para preservar a saúde do cérebro, incluindo manter um cronograma de sono consistente, praticar exercícios, evitar cafeína e álcool antes de ir para a cama e usar técnicas de relaxamento”, afirma a autora do estudo Kristine Yaffe, da University of California San Francisco e membro da American Academy of Neurology, no comunicado.

“Pesquisas futuras devem se concentrar em encontrar novas maneiras de melhorar a qualidade do sono e investigar o impacto de longo prazo do sono na saúde do cérebro em pessoas mais jovens”, acrescenta.

Apesar dos achados, os pesquisadores apontam para uma limitação do estudo: os participantes relataram seus próprios problemas de sono, sendo possível que esse relato não tenha sido feito com precisão. Por isso, mais estudos são necessários para validar as descobertas.

Sono e envelhecimento cerebral
De acordo com o Manual MSD, conjunto de referências médicas elaboradas pela farmacêutica Merck & Co., durante a maior parte da vida adulta, o funcionamento do cérebro é relativamente estável. No entanto, após uma determinada idade — que varia de uma pessoa para outra –, o funcionamento do cérebro diminuiu e algumas áreas podem, até mesmo, diminuir de tamanho.

A diminuição da função cerebral resultante do envelhecimento pode levar a alterações em substâncias químicas do cérebro (neurotransmissores) e nas células nervosas, alterando os níveis de substâncias tóxicas que se acumulam no cérebro, alterando o fluxo de sangue para a região. Com isso, algumas funções podem ser afetadas, como a memória a curto prazo, a capacidade de aprender coisas novas, habilidades verbais e uso das palavras, e o desempenho intelectual.

Estudos anteriores já haviam associado a má qualidade do sono na meia-idade ao processo de envelhecimento do cérebro. Um trabalho publicado na revista Neurology no início deste ano mostrou que pessoas que têm mais interrupções do sono na faixa dos 30 e 40 anos têm duas vezes mais chances de ter problemas de memória e pensamento uma década depois.

Em média, descobriu-se que os participantes do estudo dormiam cerca de seis horas por noite e cerca de um quinto do seu tempo de sono era interrompido. No geral, as pessoas que experimentam mais fragmentação do sono, ou que passam uma maior parte das horas de sono em movimento, têm maior probabilidade de receber pontuações cognitivas baixas em todos os testes, mais de uma década depois.

O sono insuficiente pode ser um dos fatores externos que afetam a cognição, conforme aponta Diogo Haddad, neurologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em matéria publicada anteriormente na CNN. Além do sono, o tabagismo, o abuso de álcool, o sedentarismo, a alimentação inadequada e o estresse também são fatores de risco para declínio cognitivo no envelhecimento.

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Fonte: CNN

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