FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS

Comprovada eficácia do treino cognitivo no combate à demência

Na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer, em julho de 2016, os novos resultados do grande estudo chamado ACTIVE (que envolveu 2.832 participante nos EUA), demonstrou que um tipo particular de exercício de velocidade de processamento cerebral – disponível em nossa plataforma on-line – tem o potencial de reduzir pela metade o risco de desenvolver demência. Anteriormente, o estudo ACTIVE já havia demonstrado uma série de outros benefícios cognitivos com o nosso treinamento de velocidade cerebral, incluindo a melhoria das funções cognitivas, com melhor saúde e humor, mais autoestima e autoconfiança, menor propensão a riscos de acidentes, etc.

Esta é a primeira vez que uma intervenção – programa treino cognitivo, exercício físico, dieta / nutrição, ou droga – tem comprovada sua a eficácia na redução do risco de desenvolvimento de demência.

Como funciona esse treino de velocidade de processamento?

O treino é aplicado através de um exercício computadorizado que aumenta a velocidade de processamento visual. Ele foi originalmente desenvolvido pelos neurocientistas Dra. Karlene Ball e Dr. Daniel Roenker. Agora, ele está disponível exclusivamente como o exercício Dupla Decisão da nossa plataforma on-line.

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O exercício foi cientificamente projetado para melhorar a velocidade e a precisão com que seu cérebro pode processar a informação visual, tanto no centro do olhar quanto no campo de visão periférica. Você pode ver um pequeno vídeo tutorial com o exercício  Dupla Decisão.

Como funciona nossa plataforma de treino cognitivo on-line?

A plataforma neuroforma.brainhq.com é um sistema de treinamento cerebral totalmente on-line que dispõe de mais de 40 cursos e exercícios cientificamente desenvolvidos para trabalhar as capacidades de atenção, memória, velocidade do cérebro, inteligência, orientação e habilidades pessoais. A eficácia dos exercícios já foi comprovada em mais de 100 estudos e pesquisas científicas publicadas.

Para mais detalhes, consulte a nossa sessão especial de perguntas freqüentes (FAQ) sobre o assunto.

 

Neuroplasticidade e novas tecnologias

 

O estímulo certo, na ordem certa, no tempo certo são fundamentais para o desenvolvimento das habilidades cognitivas. Seguindo essas três premissas, a neuroterapia cognitiva – também chamada de ginástica ou fisioterapia do cérebro – vem se popularizando no mundo inteiro.

 

Consiste na prática regular de exercícios cientificamente desenvolvidos para aproveitar a capacidade natural de o seu cérebro se modificar – conhecida como neuroplasticidade ou plasticidade cerebral – usando-a para melhorar a performance das funções cerebrais e combater o declínio natural cognitivo (que ocorre a partir da segunda metade da segunda década de vida).

 

Mas o envelhecimento cerebral já começa tão cedo assim?  

 

O gráfico abaixo ilustra os resultados de uma série de pesquisas envolvendo testes de memória (reconhecimento de palavras)  ao longo da vida:  

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A plasticidade cerebral é um processo físico. A massa cinzenta realmente pode diminuir ou aumentar de espessura; conexões neurais podem ser estabelecidas e aperfeiçoadas ou enfraquecidas e rompidas. Mudanças físicas no cérebro se manifestam como alterações em nossas habilidades.

 

Cada vez que aprendermos a tocar uma nova música ou um novo passo de dança isso se reflete em uma alteração física em nossos cérebros: novas redes neurais são construídas e fortalecidas para dar instruções aos nossos corpos sobre como efetuar aquele novo passo ou acorde musical aprendido.

 

Cada vez que esquecemos o nome de alguém, isso também reflete uma mudança no cérebro:  “fios” que, uma vez ligados à memória, acabaram sendo degradados ou até mesmo “cortados”. Portanto, as mudanças no cérebro podem resultar em uma melhoria das habilidades (um novo passo de dança) ou um enfraquecimento delas (um nome esquecido).

 

Neurogames: uma nova tecnologia

Pesquisa Cepe

 

Aliando anos de estudos e pesquisas em neuroterapia cognitiva às novas tecnologias digitais, os neurocientistas perceberam nos videogames uma potencial ferramenta para simular situações de estímulo e treino das capacidades cognitivas. Isto porque, além do caráter lúdico que proporciona maior grau de engajamento, a atividade de jogar reúne três elementos básicos: atenção, repetição e recompensa.

 

Da mesma forma que o violonista ou a bailarina precisam de foco e concentração (atenção), treino e prática (repetição), aplausos e reconhecimento (recompensa), como pré-requisitos para o constante aprimoramento das suas capacidades, os nossos neurogames mimetizam situações com os estímulos certos, na ordem certa e no tempo certo, que possibilitam um treino eficaz com desenvolvimento das principais habilidades cognitivas.

 

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