{"id":7250,"date":"2025-05-08T16:48:59","date_gmt":"2025-05-08T16:48:59","guid":{"rendered":"https:\/\/neuroforma.com.br\/novo\/?p=7250"},"modified":"2025-05-08T16:49:04","modified_gmt":"2025-05-08T16:49:04","slug":"como-a-junk-food-engana-os-nossos-cerebros-escondendo-se-nas-nossas-memorias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuroforma.com.br\/novo\/como-a-junk-food-engana-os-nossos-cerebros-escondendo-se-nas-nossas-memorias\/","title":{"rendered":"Como a \u201cjunk food\u201d engana os nossos c\u00e9rebros \u2013 escondendo-se nas nossas mem\u00f3rias"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-7251\" src=\"https:\/\/neuroforma.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/chamada.png\" alt=\"\" width=\"1173\" height=\"1302\" \/>Os desejos alimentares podem parecer impulsivos, mas novos estudos sugerem que est\u00e3o frequentemente enraizados na mem\u00f3ria. Os cientistas descobriram que o c\u00e9rebro codifica os alimentos altamente cal\u00f3ricos de uma forma que pode influenciar silenciosamente aquilo que comemos \u2013 mesmo quando n\u00e3o temos fome.<\/p>\n<p>Na pr\u00f3xima vez que se lembrar de que tem um chocolate numa gaveta da secret\u00e1ria, o seu c\u00e9rebro poder\u00e1 n\u00e3o estar apenas a lembrar-se do chocolate, mas a tentar activamente obrig\u00e1-lo a ir busc\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Um\u00a0<a href=\"http:\/\/www.nature.com\/articles\/s42255-024-01194-6\" data-mrf-link=\"http:\/\/www.nature.com\/articles\/s42255-024-01194-6\">estudo<\/a>\u00a0recentemente publicado na\u00a0<em>Nature Metabolism<\/em>\u00a0sugere a exist\u00eancia de uns\u00a0<strong>neur\u00f3nios espec\u00edficos no hipocampo que mant\u00eam um registo dos pormenores sensoriais e emocionais dos alimentos ricos em calorias<\/strong>. Em experi\u00eancias realizadas com ratos, estes neur\u00f3nios desencadearam desejos alimentares, levando-os a comer em excesso, mesmo quando os animais n\u00e3o tinham fome. Quando os investigadores silenciaram esses neur\u00f3nios, os roedores diminu\u00edram a sua ingest\u00e3o de a\u00e7\u00facar, evitando assim a obesidade induzida pela alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cTodos os animais precisam de comer, por isso sentimos impulsos de fome que nos ajudam a sobreviver\u201d, afirma\u00a0<a href=\"http:\/\/monell.org\/guillaume-de-lartigue\/\" data-mrf-link=\"http:\/\/monell.org\/guillaume-de-lartigue\/\">Guillaume de Lartigue<\/a>, membro associado do Monell Chemical Senses Center e co-autor do novo estudo. Tradicionalmente, os cientistas distinguiam entre a\u00a0<strong>fome metab\u00f3lica<\/strong>\u00a0\u2013 a necessidade de energia do corpo \u2013 e a<strong>\u00a0fome hedonista<\/strong>, que se manifesta quando os alimentos t\u00eam umaspecto ou cheiro tentador. No entanto, este novo estudo acrescenta uma terceira camada:\u00a0<strong>fome causada pela mem\u00f3ria<\/strong>.<\/p>\n<p>Embora a investiga\u00e7\u00e3o tenha sido realizada com animais, corrobora um crescente corpo de evid\u00eancias segundo as quais\u00a0<strong>as mem\u00f3rias da gordura e do a\u00e7\u00facar podem moldar, silenciosamente, o nosso comportamento alimentar<\/strong>\u00a0\u2013 frequentemente, sem que tenhamos consci\u00eancia disso. E, num mundo onde os alimentos altamente cal\u00f3ricos est\u00e3o por toda a parte, esses padr\u00f5es neuronais podem ajudar a explicar por que raz\u00e3o parece imposs\u00edvel resistir a alguns desejos alimentares.<br \/>\n<strong style=\"font-family: Bitter, Georgia, serif; font-size: 30px;\"><br \/>\nPor que MOTIVO os nossos c\u00e9rebros n\u00e3o conseguem fazer frente \u00e0 <em>junk food<\/em><\/strong><\/p>\n<p>O trabalho de qualquer organismo \u00e9 perceber como navegar no seu ambiente e fazer as melhores escolhas para obter alimento, diz Dana Small, psic\u00f3loga, neurocientista e Investigadora de Excel\u00eancia do Metabolismo e do C\u00e9rebro do Canad\u00e1 (<a href=\"http:\/\/reporter.mcgill.ca\/qa-with-dana-small\/\" data-mrf-link=\"http:\/\/reporter.mcgill.ca\/qa-with-dana-small\/\">Canada Excellence Research Chair in Metabolism and the Brain<\/a>).<\/p>\n<p>Segundo Small,<strong>\u00a0nos prim\u00f3rdios da hist\u00f3ria humana, quando as calorias eram escassas, aprendemos a recorrer a pistas sensoriais<\/strong>\u00a0\u2013 olfacto, vis\u00e3o e localiza\u00e7\u00e3o para identificar alimentos ricos em energia.\u00a0<strong>Depois de comermos, o c\u00e9rebro armazena essa informa\u00e7\u00e3o<\/strong>, juntamente com a forma como a comida nos fez sentir, criando uma \u201cbase de dados mental\u201d de sabores e dos seus efeitos. Basicamente, quando comemos, estamos, subliminarmente, a integrar os mundos interno e externo \u2013 que \u00e9 exactamente a mem\u00f3ria\u201d, diz Small.<\/p>\n<p>Estes sinais influenciam aliberta\u00e7\u00e3o de dopaminanas vias de recompensa do c\u00e9rebro. Em seguida,<strong>\u00a0o c\u00e9rebro actualiza o valor de um alimento, com base nesta informa\u00e7\u00e3o, e usa esses dados quando voltamos a encontrar o sabor.\u00a0<\/strong>Por isso, na vez seguinte que passamos por uma padaria, por exemplo, esse registo interno, ou mem\u00f3ria, activa-se, desencadeando um desejo alimentar.<\/p>\n<p>O estudo de Monell tamb\u00e9m descobriu que\u00a0<strong>as mem\u00f3rias da gordura e do a\u00e7\u00facar s\u00e3o armazenadas atrav\u00e9s de vias diferentes, mas ambas resultam na liberta\u00e7\u00e3o de dopamina<\/strong>. Embora a maioria dos alimentos contenham gordura ou hidratos de carbono, os alimentos ultra-processados cont\u00eam ambos. Alimentos que juntam esses macronutrientes podem activar ambas as vias em simult\u00e2neo, como se verificou nos ratos do estudo, desencadeando, potencialmente, uma resposta ampliada da recompensa, o que pode ajudar a explicar por que raz\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil resistir a esses alimentos.<\/p>\n<p>No mundo actual, este tipo de alimentos altamente cal\u00f3ricos, contendo esta poderosa combina\u00e7\u00e3o, existem por toda a parte e s\u00e3o de f\u00e1cil acesso, oprimindo os sistemas de tomada de decis\u00f5es do nosso c\u00e9rebro e fazendo com que seja mais dif\u00edcil escolher op\u00e7\u00f5es saud\u00e1veis.<\/p>\n<h2><strong>Poder\u00e1 a terapia ou a medica\u00e7\u00e3o ajudar-nos a parar de desejar\u00a0<em>junk food<\/em>?<\/strong><\/h2>\n<p>A boa not\u00edcia \u00e9 que\u00a0<strong>o c\u00e9rebro \u00e9 adapt\u00e1vel<\/strong>. Tal como aprende a desejar determinados alimentos, tamb\u00e9m pode aprender novas respostas, diz\u00a0<a href=\"http:\/\/psychology.uconn.edu\/person\/amy-egbert\/\" data-mrf-link=\"http:\/\/psychology.uconn.edu\/person\/amy-egbert\/\">Amy Egbert<\/a>, professora assistente de ci\u00eancias psicol\u00f3gicas na Universidade do Connecticut. O primeiro passo \u00e9\u00a0<strong>identificar a causa\u00a0<\/strong>dos desejos alimentares. Ser\u00e1 fome, emo\u00e7\u00e3o ou outra coisa?<\/p>\n<p>Depois de compreender o gatilho, poder\u00e1 come\u00e7ar a<strong>\u00a0desaprender o circuito do desejo alimentar<\/strong>. \u00c9 aqui que as abordagens terap\u00eauticas entram em cena. \u201cAs terapias de exposi\u00e7\u00e3o e as t\u00e9cnicas cognitivas s\u00e3o das ferramentas mais eficazes de que dispomos\u201d, diz Egbert. Estes m\u00e9todos podem ajudar indiv\u00edduos a desmontar a forma como desenvolveram determinadas rela\u00e7\u00f5es com a comida e a reprogramarem as suas respostas ao longo do tempo.<\/p>\n<p>Small concorda que a terapia de exposi\u00e7\u00e3o pode ser \u00fatil, mas diz que n\u00e3o se aplica de forma gen\u00e9rica aos sabores.\u00a0<strong>Cada sabor tem de ser abordado de forma individual, tornando o processo trabalhoso.\u00a0<\/strong>Ela acrescenta que medicamentos como os agonistas dos receptores do GLP-1 \u2013 incluindo o Ozempic \u2013\u00a0parecem promissores na diminui\u00e7\u00e3o dos sinais de recompensa libertados pelo c\u00e9rebro depois de comer. \u201cConseguem reduzir o condicionamento, reduzir a liberta\u00e7\u00e3o de dopamina e ajudar a reduzir os desejos alimentares no c\u00e9rebro\u201d, diz Small.<\/p>\n<p>No entanto, devemos ter em conta que, <strong>embora estes medicamentos possam gerir o apetite a curto prazo, n\u00e3o resolvem a raiz do problema<\/strong>\u00a0que leva algu\u00e9m a comer em excesso. \u201c\u00c9 fant\u00e1stico termos um f\u00e1rmaco que diminui isso, porque ajuda-nos a gerir a nossa ingest\u00e3o de alimentos. Mas, quando paramos de tom\u00e1-lo, o problema subjacente ainda l\u00e1 est\u00e1\u201d, diz Lartigue.<\/p>\n<p>Enquanto os investigadores ainda est\u00e3o a explorar a forma exacta como estes medicamentos afectam os sistemas de recompensa e de mem\u00f3ria do c\u00e9rebro, o melhor \u00e9 focarmo-nos em como e por que raz\u00e3o comemos aquilo que comemos e examinarmos sobre essas quest\u00f5es, a par das interven\u00e7\u00f5es farmac\u00eauticas.<\/p>\n<h2><strong>Como programar o c\u00e9rebro a resistir \u00e0\u00a0<em>junk food<\/em><\/strong><\/h2>\n<p>O estilo de vida contempor\u00e2neo faz com que seja particularmente dif\u00edcil resistir aos desejos alimentares. As nossas vidas quotidianas funcionam contra n\u00f3s \u2013 em muitos casos,\u00a0<strong>n\u00e3o temos recursos, seja tempo ou dinheiro, para preparar uma refei\u00e7\u00e3o mais saud\u00e1vel que seja igualmente deliciosa para os nossos sistemas<\/strong>. Para complicar ainda mais as coisas,<strong>\u00a0o c\u00e9rebro pode formar uma mem\u00f3ria alimentar ap\u00f3s uma \u00fanica exposi\u00e7\u00e3o<\/strong>, fazendo com que seja praticamente imposs\u00edvel resistir a um desejo alimentar.<\/p>\n<p>Mesmo assim, Lartigue cr\u00ea que <strong>o simples facto de sabermos que a mem\u00f3ria pode desencadear a ingest\u00e3o de alimentos \u00e9 importante<\/strong>. \u201cO conhecimento de que a pr\u00f3pria mem\u00f3ria \u00e9 um gatilho para comer em excesso, pode ajudar-nos a mudar o nosso comportamento. Muitas destas coisas s\u00e3o subconscientes, por isso, se ganharmos consci\u00eancia delas, poderemos interromper o ciclo da mem\u00f3ria e dos desejos\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Os desejos alimentares podem parecer impulsivos ou permissivos, mas devem-se frequentemente a esquemas neuronais profundamente enraizados.\u00a0<strong>Quanto melhor compreendermos esses padr\u00f5es, mais probabilidades teremos de conseguir reformul\u00e1-los\u00a0<\/strong>\u2013 e recuperarmos o controlo sobre aquilo que comemos.<\/p>\n<p>A plataforma de treinamento cognitivo digital da\u00a0<strong>NeuroForma<\/strong>\u00a0oferece exerc\u00edcios que ajudam a sintonizar o seu c\u00e9rebro. Treinos de concentra\u00e7\u00e3o, rapidez de racioc\u00ednio, habilidades sociais,\u00a0 intelig\u00eancia e de orienta\u00e7\u00e3o espacial. Inclusice os que foram utilizados na pesquisa da Neuroscience. Acesse e confira\u00a0<a href=\"https:\/\/neuroforma.com.br\/novo\/programas-e-plataformas\">AQUI.<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os desejos alimentares podem parecer impulsivos, mas novos estudos sugerem que est\u00e3o frequentemente enraizados na mem\u00f3ria. Os cientistas descobriram que o c\u00e9rebro codifica os alimentos altamente cal\u00f3ricos de uma forma que pode influenciar silenciosamente aquilo que comemos \u2013 mesmo quando n\u00e3o temos fome. 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