{"id":5977,"date":"2021-12-23T16:47:41","date_gmt":"2021-12-23T16:47:41","guid":{"rendered":"https:\/\/neuroforma.com.br\/novo\/?p=5977"},"modified":"2021-12-23T16:51:16","modified_gmt":"2021-12-23T16:51:16","slug":"como-ser-fisicamente-ativo-pode-proteger-o-cerebro-que-envelhece","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuroforma.com.br\/novo\/como-ser-fisicamente-ativo-pode-proteger-o-cerebro-que-envelhece\/","title":{"rendered":"Como ser fisicamente ativo pode proteger o c\u00e9rebro que envelhece"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-5797\" src=\"https:\/\/neuroforma.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/1.jpeg\" alt=\"1\" width=\"870\" height=\"522\" srcset=\"https:\/\/neuroforma.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/1.jpeg 870w, https:\/\/neuroforma.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/1-300x180.jpeg 300w, https:\/\/neuroforma.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/1-768x461.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 870px) 100vw, 870px\" \/>Manter-se fisicamente ativo \u00e0 medida que envelhecemos reduz significativamente nosso risco de desenvolver dem\u00eancia durante a vida, e isso n\u00e3o inclui exerc\u00edcios prolongados. Andar e at\u00e9 simplesmente mover-se, em vez de ficar horas sentado, pode ser o suficiente para ajudar a fortalecer o c\u00e9rebro, explica um novo estudo com octogen\u00e1rios de Chicago, nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>A pesquisa rastreou a frequ\u00eancia com que as pessoas mais velhas se moviam ou ficavam sentadas e, em seguida, examinou profundamente seus c\u00e9rebros ap\u00f3s a morte, descobrindo que certas c\u00e9lulas imunol\u00f3gicas vitais funcionavam de maneira diferente no c\u00e9rebro de pessoas mais velhas que eram ativas em compara\u00e7\u00e3o com seus pares mais sedent\u00e1rios.<\/p>\n<p>A atividade f\u00edsica parecia influenciar a sa\u00fade de seus c\u00e9rebros, suas habilidades de pensamento e se eles experimentaram a perda de mem\u00f3ria caracter\u00edstica do Alzheimer. As descobertas aumentam as evid\u00eancias de que, quando movimentamos nossos corpos, mudamos nossas mentes, independentemente do qu\u00e3o avan\u00e7ada seja nossa idade.<\/p>\n<p>Muitas evid\u00eancias cient\u00edficas indicam que a atividade f\u00edsica aumenta o tamanho do nosso c\u00e9rebro. Pessoas mais velhas e sedent\u00e1rias que come\u00e7am a andar por cerca de uma hora na maioria dos dias, por exemplo, normalmente adicionam volume ao hipocampo, o centro de mem\u00f3ria do c\u00e9rebro, reduzindo ou revertendo o encolhimento que normalmente ocorre ao longo dos anos.<\/p>\n<p>Pessoas ativas de meia-idade ou mais velhas tamb\u00e9m tendem a ter um desempenho melhor em testes de mem\u00f3ria e habilidades de pensamento do que pessoas da mesma idade que raramente se exercitam e t\u00eam quase metade da probabilidade de, eventualmente, serem diagnosticadas com Alzheimer. As pessoas ativas que desenvolvem dem\u00eancia geralmente apresentam seus primeiros sintomas anos mais tarde do que as pessoas inativas.<\/p>\n<h2>C\u00e9lulas imunes e vigilantes<\/h2>\n<p>O mecanismo exato que faz o exerc\u00edcio remodelar nossos c\u00e9rebros ainda permanece um mist\u00e9rio embora os cientistas tenham ind\u00edcios de experimentos com animais. Quando ratos e camundongos de laborat\u00f3rio adultos correm sobre rodas, por exemplo, eles aumenam a produ\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios e subst\u00e2ncias neuroqu\u00edmicas que estimulam a cria\u00e7\u00e3o de novos neur\u00f4nios, bem como sinapses, vasos sangu\u00edneos e outros tecidos que conectam e nutrem essas c\u00e9lulas cerebrais jovens.<\/p>\n<p>O exerc\u00edcio feito pelos roedores tamb\u00e9m retarda ou interrompe os decl\u00ednios relacionados ao envelhecimento no c\u00e9rebro dos animais, mostram estudos, em parte pelo fortalecimento de c\u00e9lulas especializadas chamadas micr\u00f3glia. Pouco compreendidas at\u00e9 recentemente, essas c\u00e9lulas s\u00e3o agora conhecidas por serem c\u00e9lulas imunes e vigilantes do c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>Elas procuram sinais de diminui\u00e7\u00e3o da sa\u00fade neuronal e, quando as c\u00e9lulas em decl\u00ednio s\u00e3o detectadas, liberam subst\u00e2ncias neuroqu\u00edmicas que iniciam uma resposta inflamat\u00f3ria. A inflama\u00e7\u00e3o, a curto prazo, ajuda a limpar as c\u00e9lulas problem\u00e1ticas e quaisquer outros res\u00edduos biol\u00f3gicos. Depois, a micr\u00f3glia libera outras mensagens qu\u00edmicas que acalmam a inflama\u00e7\u00e3o, mantendo o c\u00e9rebro saud\u00e1vel e organizado e o pensamento do animal intacto.<\/p>\n<p>Mas, \u00e0 medida que os animais envelhecem, descobriram estudos recentes, sua micr\u00f3glia pode come\u00e7ar a funcionar mal, iniciando a inflama\u00e7\u00e3o sem revert\u00ea-la posteriormente, levando a uma inflama\u00e7\u00e3o cerebral cont\u00ednua. Essa inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica pode matar c\u00e9lulas saud\u00e1veis e causar problemas de mem\u00f3ria e aprendizagem, \u00e0s vezes graves o suficiente para induzir uma vers\u00e3o &#8220;roedora&#8221; do Alzheimer.<\/p>\n<p>A menos que os animais se exercitem. Nesse caso, exames p\u00f3stumos de seus tecidos mostram que os c\u00e9rebros dos animais normalmente fervilham de micr\u00f3glia saud\u00e1vel e \u00fatil at\u00e9 a velhice, exibindo poucos sinais de inflama\u00e7\u00e3o cerebral cont\u00ednua, enquanto os pr\u00f3prios roedores idosos mantinham uma capacidade juvenil de cogni\u00e7\u00e3o e mem\u00f3ria.<\/p>\n<h2>Ampla base de dados<\/h2>\n<p>No entanto, n\u00e3o somos ratos e, embora tenhamos micr\u00f3glia, os cientistas n\u00e3o haviam encontrado uma maneira de estudar se a atividade f\u00edsica regular \u00e0 medida que envelhecemos influenciaria \u2014 ou n\u00e3o \u2014 o funcionamento interno das c\u00e9lulas micr\u00f3glias. Assim, para o novo estudo, que foi publicado em novembro no Journal of Neuroscience, cientistas do Centro M\u00e9dico da Universidade Rush, de Chicago, e da Universidade da Calif\u00f3rnia, em San Francisco, al\u00e9m de outras institui\u00e7\u00f5es, recorreram a dados do ambicioso Projeto Rush de Mem\u00f3ria e Envelhecimento. Para este estudo, centenas de cidad\u00e3os de Chicago, a maioria na casa dos 80 e poucos anos, participaram de extensos testes anuais de pensamento e mem\u00f3ria e usaram monitores de atividade por pelo menos uma semana. Poucos faziam exerc\u00edcios de verdade, mostrou o monitoramento, mas alguns se moviam ou andavam com muito mais frequ\u00eancia do que outros.<\/p>\n<p>Muitos dos participantes morreram com o estudo em andamento, e os pesquisadores examinaram os tecidos cerebrais armazenados de 167 deles, em busca de marcadores bioqu\u00edmicos remanescentes da atividade microglial. Eles queriam ver, de fato, se a micr\u00f3glia das pessoas parecia ter sido perpetuamente superestimulada durante seus \u00faltimos anos, levando \u00e0 inflama\u00e7\u00e3o do c\u00e9rebro, ou se era capaz de diminuir sua atividade quando apropriado, bloqueando o processo inflamat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Os pesquisadores tamb\u00e9m procuraram caracter\u00edsticas biol\u00f3gicas caracter\u00edsticas do Alzheimer, como as placas e os emaranhados reveladores que assolam o c\u00e9rebro. Em seguida, cruzaram esses dados com informa\u00e7\u00f5es dos rastreadores de atividade das pessoas.<\/p>\n<p>Eles descobriram uma forte rela\u00e7\u00e3o entre manter-se em movimento e uma micr\u00f3glia saud\u00e1vel, especialmente em partes do c\u00e9rebro ligadas \u00e0 mem\u00f3ria. As c\u00e9lulas micr\u00f3glias de homens e mulheres idosos mais ativos continham marcadores bioqu\u00edmicos que indicavam que as c\u00e9lulas sabiam como ficar quietas quando necess\u00e1rio. Mas a micr\u00f3glia de participantes sedent\u00e1rios mostrou sinais de ter ficado presa em um excesso de atividade durante seus anos finais. Esses homens e mulheres inativos geralmente tamb\u00e9m pontuaram mais baixo em testes cognitivos.<\/p>\n<p>Talvez o mais interessante, por\u00e9m, \u00e9 que esses efeitos foram melhores em pessoas cujos c\u00e9rebros mostraram sinais do Alzheimer quando morreram, independentemente de terem ou n\u00e3o graves problemas de mem\u00f3ria enquanto ainda estavam vivos. Se essas pessoas fossem inativas, sua micr\u00f3glia tenderia a parecer bastante disfuncional e sua mem\u00f3ria, irregular. Mas se as pessoas se movimentassem com frequ\u00eancia durante a vida adulta, sua micr\u00f3glia geralmente teria um aspecto saud\u00e1vel ap\u00f3s a morte, e muitos n\u00e3o haviam experimentado perda de mem\u00f3ria expressiva em seus \u00faltimos anos. Seus c\u00e9rebros podem at\u00e9 ter mostrado sinais de Alzheimer, mas suas vidas e habilidades de pensamento n\u00e3o.<\/p>\n<h2>Volume de atividade necess\u00e1ria n\u00e3o \u00e9 grande<\/h2>\n<p>O que essas descobertas sugerem \u00e9 que a atividade f\u00edsica pode atrasar ou alterar a perda de mem\u00f3ria do Alzheimer em pessoas mais velhas, em parte por manter a micr\u00f3glia em forma, explicou Kaitlin Casaletto, professora assistente de neuropsicologia do Centro de Mem\u00f3ria e Envelhecimento da Universidade da Calif\u00f3rnia, que conduziu o novo estudo.<\/p>\n<p>De forma encorajadora, o volume de atividade necess\u00e1ria para ver esses benef\u00edcios n\u00e3o era grande, disse Casaletto. Nenhum dos participantes correu maratonas em seus anos finais. Poucos haviam se exercitado formalmente. &#8220;Mas havia uma rela\u00e7\u00e3o linear\u201d entre o sedentarismo deles e a sa\u00fade do c\u00e9rebro, disse ela.<\/p>\n<p>\u2014 Quanto menos se sentavam, mais ficavam em p\u00e9, quanto mais se moviam, melhores foram os resultados \u2014 explicou.<\/p>\n<p>O estudo \u00e9 importante, disse Mark Gluck, professor de neuroci\u00eancia da Universidade de Rutgers em New Jersey, que n\u00e3o esteve envolvido na pesquisa. Os resultados s\u00e3o \u201cos primeiros a usar an\u00e1lises p\u00f3stumas do tecido cerebral para mostrar que um marcador de inflama\u00e7\u00e3o no c\u00e9rebro, a ativa\u00e7\u00e3o da micr\u00f3glia, parece ser o mecanismo pelo qual a atividade f\u00edsica pode reduzir a inflama\u00e7\u00e3o do c\u00e9rebro e ajudar a proteger contra os estragos cognitivos do Alzheimer\u201d, disse ele, embora sejam necess\u00e1rias mais pesquisas em pessoas vivas.<\/p>\n<div class=\"block block--advertising\">\n<p>Al\u00e9m disso, ningu\u00e9m acredita que a micr\u00f3glia seja o \u00fanico aspecto do c\u00e9rebro afetado pelo movimento, conclui Casaletto. A atividade f\u00edsica altera in\u00fameras outras c\u00e9lulas, genes e subst\u00e2ncias qu\u00edmicas no \u00f3rg\u00e3o, ela continua, e alguns desses efeitos podem ser mais importantes do que a micr\u00f3glia para nos manter mentalmente agu\u00e7ados.<\/p>\n<p>Esse estudo tamb\u00e9m n\u00e3o prova que a atividade faz com que a micr\u00f3glia funcione melhor, apenas que a presen\u00e7a dessa c\u00e9lula saud\u00e1vel \u00e9 comum em pessoas que s\u00e3o ativas. Por fim, n\u00e3o nos diz se obtemos benef\u00edcios adicionais para o c\u00e9rebro por sermos fisicamente ativos quando temos muito menos de 80 anos. Mas Casaletto, que tem 36 anos, disse que os resultados do estudo a fazem continuar se exercitando.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block__advertising block__advertising-in-text\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Manter-se fisicamente ativo \u00e0 medida que envelhecemos reduz significativamente nosso risco de desenvolver dem\u00eancia durante a vida, e isso n\u00e3o inclui exerc\u00edcios prolongados. 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